quarta-feira, dezembro 8

. 


“(…)
 So keep breathing
     Cause I'm not leaving you anymore
Believe and hold on to me and, never let me go
Keep breathing
Cause I'm not leaving you anymore
Believe it Hold on to me and, never let me go
(Keep breathing) Hold on to me and, never let me go
(Keep breathing) Hold on to me and, never let me go “

Tenho saudades de te ouvir dizer o meu nome. Saudades de poder falar contigo sem preocupações nem medo. Saudade de desabafar contigo, sabendo que nunca me iria arrepender e também por me conseguires sempre aliviar; aprendi (contigo) que aconteça o que acontecer, há sempre uma maneira de haver uma reviravolta fazendo com que tudo melhore, que nunca nada está perdido. Saudades de (…). Saudades de tudo; todos os momentos, todas as palavras, todos os gestos, de ti e de nós.
Agora apenas tenho recordações, o passado… O passado que faz inveja ao presente, que com apenas um sopro o faria cair.

Não sei o que ainda poderá acontecer, mas aconteça o que acontecer, nunca esqueças.
Obrigada por sempre teres sido (sempre seres) quem eu pensava (penso) que eras (és).



 

sábado, outubro 9

p ,

Afinal, desististe.. Se tiver sido o melhor, só o foi para TI!

terça-feira, setembro 28

pulse.

são nove pulseiras, duas são finas e não se vêem bem.

da esquerda para a direita:
  1. pulseira que me deram quando era mais nova (~ 5 anos);
  2. Pulseira que a Larissa me deu;
  3. Pulseira que o "roubei" ao Acácio;
  4. uma das tais pulseiras finas (quase não se vê) que não sei onde comprei;
  5. e a outra, também não sei onde comprei;
  6. pulseira que me deram quando saí de Lisboa;
  7. pulseira que comprei;
  8. pulseira que comprei;
  9. elástico/pulseira que a SáraC me deu;

quinta-feira, setembro 23

sábado, setembro 4

life ;


               O meu sentido de vida é conseguir ajudar as pessoas, as pessoas que se encontram na mesma situação que eu estou. Sinto-me bem em ajudar, em trazer as pessoas á razão, a si próprias, ou mesmo ajudar a perceber situação onde se meteram ou querem sair… Ajudar sempre, é isso que quero.
    Não posso dizer que seja uma pessoa muito negativa, pois nunca fui. Admito que já fui uma pessoa bastante alegre, que levava tudo com um sorriso e superava as dificuldades e seguia em frente rapidamente, mas agora algo mudou, sinto-me mais fraca, sinto que me tornei noutra pessoa, mas que por fora permanece igual, mas por dentro, psicologicamente mudou, para uma pessoa mais sentimentalista e um pouco negativa. A razão? Não a sei ao certo, apenas posso calcular qual seja, e essa parece-me uma razão estúpida mas que quando aconteceu, mudou muita coisa. A culpa foi minha, porque criei aquela razão, mas na altura estava feliz, nunca pensei que me viesse a fazer mal. Agora, escrevo isto, escrevo para me tentar sentir melhor, como sempre, mas parece que sinto sempre um aperto, e, cada vês que escrevo, sinto que há sempre mais para escrever, que nunca acabo… Mas sei que não posso fazer um texto enorme que conte todos os meus problemas, é impossível, mas sei que posso ir escrevendo textos a explicar o que sinto e o que me perturba, que acaba sempre por melhorar a minha consciência. Agora que passaram quase 4 meses, começo a sentir-me melhor, aos poucos, começo a voltar a mim, a confiar mais em mim. Tudo começou nesta semana… Comecei a rir muito, a pensar positivo e a arriscar, enfim… Sinto-me a voltar, apenas desejo que não seja uma ilusão, e que perdure.

quinta-feira, setembro 2

This week;

    Aparentemente, estou feliz e sorrio. Aos olhos dos outros tento fazer transparecer o que sinto por dentro, e costumo conseguir... Começa a tornar-se cada vez mais fácil esconder os sentimentos, mas isso acaba por tornar-me cada vez mais fria.
    Admito que esta semana me está a fazer bem, estou a começar a abrir os olhos outra vez, a felicidade começa a percorrer o meu corpo novamente aos poucos, sinto-me mais completa, o vazio diminui á medida que faço por isso, á medida que fico melhor, á medida que me fazem feliz.

obrigada a todos os que me tentam por um sorriso nos lábios, que me apoiam e que, acima de tudo, não me deixaram cair.
Obrigada por tudo, tudo mesmo!

come back ;

    Já me preocupei mais, sim. Admito, é a verdade. Não o desejei, aconteceu. Contigo deve ter acontecido o mesmo, já nada é como antes. Tudo mudou, nada ficou igual, nada ficou imóvel, tudo se mexeu formando um turbilhão de emoção, frieza, mas contudo, amor. É como se tudo tivesse tomado de reviravolta, o nosso coração, os nossos sentimentos. A culpa não é de nenhum de nós, é inevitável que pensemos que sim… Mas não é, eu sei que não, tu sabes que não… Mas eu em parte, mesmo com isto tento culpar-te, não por mal, mas por apenas não querer pensar que foi com o tempo, com actos que8 realizámos, com palavras e gestos mal interpretados e por muito que me custe a dizer, omissões e mentiras. Sem querer, lembro-me do passado. Algo que incapaz de se mudar, nem voltar atrás. Queria que fosse possível, queria mudar pequenas coisas, que naquele tempo nunca pensei que fossem marcar-te, pequenos actos, pequenas omissões… O facto de não ter acreditado que iriam ajudar a formar um muro entre nós, mesmo não sendo a principal causa, desanimou-me, perturba-me por dentro a toda a hora, tenho remorsos, raiva, angústia e sobretudo destrói-me por dentro. Sempre que penso no “nós”, aquele sentimento só nosso, aquela confiança, aquela ajuda, aquela paz na alma, aquela alegria, aquele sentimento que me conseguia colocar longe da tristeza, do vazio e da maldade. Era feliz, tinha tudo o que alguma vez quis. O “nós”, foi algo que eu no início nunca pensei que se formasse, não pensei que conseguisse mais do que a tua simples amizade, mas quando começámos a falar percebi que eras diferente, diferente de toda a gente que já tinha conhecido, quando percebi comecei a dar-te cada vez mais valor, e á medida que o “nós” foi evoluindo fui ficando agarrada a ti, e o medo de ficar sem ti, embora ainda não notável, foi-se formando e entrando na minha cabeça. A partir desse tempo, em que o medo se instaurou na minha cabeça, passou para o coração, criando um pequeno arrepio e bater acelerado do coração formaram uma decisão, uma decisão impossível de travar, algo que não pensei duas vezes, não precisava disso, confiei em mim, sabia que nada iria correr mal. Formou-se o “nunca te quero perder”. A partir daí, deite o máximo valor, fiz de tudo para não te desiludir, chatear ou deixares de me falar. Concentrei-me nas coisas boas, pus de lado tudo o que me importava além de ti, entreguei-me a ti e concentrei-me em dar-te tudo o que precisavas, fazer-te feliz… Só me importei contigo, só contigo… Eras sempre tu, tornaste-te a melhor pessoa, a minha vida. Em troca, eu recebia algo que nunca tinha sentido, nunca tinha estado tão bem. Preencheste-me a vida, estava completa. Tinha tudo, tinha-te a ti. Sentia-me única, sentia-me importante para ti, sentia que te preocupavas realmente. Eu lembro-me, quando me ligavas e eu ficava mesmo feliz com vontade de não acabarem, quando á noite estava na cama e recebia uma chamada tua e corria rapidamente para a casa de banho com medo que desligasses, e falávamos baixo para não acordar ninguém, quando acabava com um “amo-te, dorme bem”. Aí sim, tinha vontade de dormir, sabia que no dia seguinte iria acordar com uma mensagem tua de bom dia, e quando na escola não largava o telemóvel, sempre a falar contigo e á espera de uma mensagem. Sempre que recebia uma, formava-se um sorriso incontrolável em mim, um sorriso aparentemente parvo, mas era a simplicidade de um sorriso, transmitindo a complexidade da felicidade. A tua maneira de escrever alegrava a minha, e eu aprendia a escrever contigo. Quando acontecia algo errado, quando me chateava com alguém, quando estava triste, tu ligavas-me sempre, e mostravas-me o lado bom das coisas, davas-me conselhos, maneiras de resolver os problemas… Aí, eu interiorizava e acreditava. Era só pensar “Tenho o Pedro comigo”, e a tristeza diminuía até desaparecer rapidamente. Eras a minha força, só tu me punhas bem, e confiante. Davas-me auto-estima necessária. As nossas mensagens eram sentidas, e verdadeiras, os “amo-te” interiorizavam-me, e nunca duvidei do que dizias. O que aconteceu agora? O que aconteceu? Onde estás? Ainda existes, lá no fundo será que ainda estás comigo? Não te sinto, não sinto o Pedro, não… Nada. Queria pelo menos ter sabido disto antes, para tentar mudá-lo, Desapareceste, deixaste-me sozinha, não me avisaste disto… Não me deste tempo para me habituar, foi tudo sem aviso prévio, foi um choque. Procuro-te interiormente, “Onde estás? Hey, preciso de ti, onde estás? Aparece nem que seja apenas para me explicar o porquê de tudo isto, faz-me perceber…”, choro a dor emocional da tua partida. Embora seja uma partida parcial, vale como inteira, não te tenho na mesma. Deixaste-me, e eu continuo á espera que voltes. Mas cada vez tenho menos esperanças. Eu continuo a combater contra a tua partida, contra o fim, mas o que aconteceu ao Pedro, que eu conheci, e interiorizei em mim? Aquele que nunca me deixava ir abaixo, aquele que suportava a minha dor, tornando-a em felicidade, aquele que me fazia ver apenas felicidade? Não pode ter desaparecido sem mais nem menos. Tem que existir ainda, tenho esperança, que ainda exista, que volte, que suba ao trono, que seja rei de novo. Que mande, que seja a única personalidade, a melhor que eu alguma vez conheci. Não quero perder isso, mas lá no fundo, sei que não volta totalmente, mas pelo menos queria parcialmente, em parte. Quero que cures a minha tristeza, só tu o consegues. Tens a chave para resolver tudo. Sabes, se eu te tivesse como antes, nunca teria chegado ao ponto onde estou, estaria feliz e iria sentir-me amada. Tu irias amar-me, sem dúvida. Pediste-me para te responder, e aqui tens a tua resposta. A resposta que pediste. Talvez depois de leres este texto, não mude nada, quase que aposto. Mas tu pediste e assim, consegui lembrar-te de como eras, espero. Tenho tanta coisa a mais para dizer. No geral quase tudo gira no facto de querer ter-te de volta, posso pedir muito, mas peço porque preciso, simplesmente isso. Espero que percebas agora o que sempre foste para mim.
    Não consigo acabar já, há mais, há sempre algo mais a acrescentar. Tu dizes que devia acreditar quando dizes que me amas, e sabes que eu já acreditei, mas á medida que ficaste diferente, tratavas-me de maneira diferente, talvez tenha sentido um embate maior porque, talvez, me tenhas mimado muito, e depois senti a falta do carinho que tiras-te, que deixaste de dar. Sabes como vejo isso? Vejo como se me tivesses dado tudo, feito acreditar, feito amar-te e finalmente dar-me só a ti, e depois de tiraste-me tudo. Sinto que já não me amas porque não mo mostras, não mo mostras da maneira que me habituei, se me amas não se nota, não mesmo. Não tenho esperança que voltes, é difícil acreditar nisso, porque por mais que grite pelo teu nome em mim, ninguém responde, o Pedro deixou o meu coração, não voltou mais e eu continuo afastada de tudo e todo, á espera que ele volte, sentada no frio do chão, sem o teu calor. O calor que eu precisava, tornou-se agora gelado, algo que me congela por dentro, tirando os sentimentos, apagando memórias passadas e… Esperança.
Eu queria, que percebesses como me sinto, como estou por dentro, como mudei com a tua falta, como… Queria que soubesses a dor que sinto, a dor que me incapacita de voltar, que me empurra para o chão, que me corrói e que me abstém do passado, quando que o mais quero e ganhar força para sair do chão, conseguir levantar-me e procurar-te mais uma vez, voltando a ser aparentemente o que era talvez te encontre, talvez tu estejas bem, talvez não tenhas caído comigo, talvez ainda estejas presente, longe mas se me levantar talvez te consiga sentir de novo, cada vez mais. Talvez voltes para mim, talvez te encontre… Preciso de arranjar forças, forças que podem ser falsas, não me importo que sejam, porque sei que se te encontrar tudo o que era de falso se torna realidade, as forçar iram voltar quase instantaneamente e irei esquecer esta fase da nossa vida, tiraremos a virgula da e riscaremos as partes más, para sempre. É isto que quero fazer, é isto que quero que se torne realidade, mas tenho medo. Medo de lutar por me levantar e procurar-te, procurar-te até esgotar as forças interiores e exteriores, e não te encontrar, nem uma fagulha da tua energia positiva, nenhum amor teu, nenhum resto, de ter o desgosto de perceber que foi imaginação minha, que já não voltavas, de ter caminhado tudo para ficar outra vês no chão e agora o embate seria ainda maior, pelas minhas falsas esperanças. Tenho medo disso. Às vezes, quando estou mal, penso em ti, e imagino o que era-mos antes, finjo que ainda estás cá, que ainda estamos bem, que nada nos separou, que estamos melhores que nunca, que estás aqui para me ajudar e estamos a ajudar-nos mutuamente e consigo por uns minutos sentir um calor, um calor morno, que está comigo, que me impede de deitar abaixo e que me consegue fazer expressar um sorriso, um verdadeiro sorriso sentido. Mas depois, quando volto a mim, sinto-me outra vez vazia, ainda pior, a pensar onde errei, tentar arranjar maneira de sair daqui, de sair deste buraco onde aparentemente caímos, mas onde apenas me vejo a mim, e uma parede. O que haverá para lá da parede? Será que estás lá tu, perdido, sozinho, á minha espera? A espera que eu trepe pelo muro, o muro cheio de ortigas, com espinhos? Eu quero subir, não tenho medo da dor física dos espinhos, a dor de não te ter é maior, muito maior. Dá-me a certeza que lá estás, faz-me acreditar, faz-me subir, chama por mim, responde aos meus chamamentos, reage!
Foi isto que me pediste, aqui tens a tua resposta;

PRECISO DE TI!

quarta-feira, setembro 1

sábado, agosto 28

losing you?

s: Já não me amas tanto ;x
p: Amo mais $:
s: Será?
p: Yaa!
s: Custa-me acreditar ;x

doi muito, mesmo. Dói lembrar-me do que éramos antes; Dói saber que agora, estamos mal.
Só quero a nossa felicidade de volta, é pedir muito?
Pior que estar-mos mal, é o que sinto dentro de mim. Uma sensação de te estar a perder aos poucos, deita-me abaixo, cada vez com mais força, e, por mais de digam que chorar faz bem... Não está a fazer.

happy day o:

Hoje saí com a Susana, ia-mos ao cemitério. Quando me encontrei com ela, ela perguntou-me "Mas onde afinal é o cemitério?" - Um pouco mais longe do Palácio do Gelo; Ela ao saber disto, mudou rapidamente de ideias, porque ao que me parece, não gosta lá muito de caminhar muito e também, o calor não ajudava. Fomos apenas ao Fórum, começamos a ver lojas e demos conta que havia dois rapazes que pareciam nos estar a seguir. Para ter-mos a certeza, entrámos em imensas lojas até na parte de mulher na zara, e eles seguiram-nos sempre, até aí. Depois eu convenci a Susana a entrar-mos no "jogo" deles, e também os seguia-mos. Nós sentavamo-nos e eles davam voltas por perto até nós nos levantar-mos e continuar-mos a caminhar. E vice versa. Depois eles entraram no Pingo Doce e nós seguimolo-los, o de tshirt vermelha dirigiu-se ao sítio onde se encontravam as coca-colas e pegou numa, e o que eu faço? Pego noutra, passo por ele assim de raspão (empurrada pela Susana) e vou para a fila da caixa. Ele saiu primeiro do Pingo Doce, porque tinha o amigo já a meio da fila, e como eram muito simpáticos esperaram que nós saíssemos, com o de camisola vermelha a dar muita bandeira, sempre a olhar para trás. Quando saímos eles começaram a descer para o estacionamento e nós fomos também, andámos pelos três pisos do estacionamento uns atrás dos outros, cada vez me ria mais. Passaram-se 2 horas e eu estava quase a ter que ir embora. Vim com a Susana sentar-me nos bancos ao pé da feira, e eles entara-se à frente, na beira do rio. Eu puxei a Susana por um braço e fomos sentar-nos ao pé do rio também. Nessa altura, eles começavam a assobiar, e nós retribuíamos e só nos ria-mos. Depois o rapaz de tshirt vermelha acenou-me e eu acenei-lhe a ele. Olhei para o telemóvel, já tinham passado 3 horas, eram 6 da tarde e eu tinha que ir para casa, acenei-lhes e fui embora com a Susana. Mais tarde olhámos para trás e lá estavam eles, ainda a seguir-nos. Seguiram-nos até a porta de casa, e depois sentaram-se na cava, lá de cima a olhar. Eu voltei a sair de casa e continuei em frente, para levar a Susana perto de casa, e eles continuaram. Mas depois eu vim embora e eles tiveram que continuar em frente, porque já eram quase 7 horas da tarde, e o rapaz de camisola vermelha acenou-me e pôs a língua de fora, e eu retribuí. E pronto, depois foram embora e eu também.

e com tudo isto, ri-me como à muito não fazia. Senti-me feliz ;

no words can do if for me ;

Vou ajudar-te; Vou ajudar-te a voltar, quero tentar mostrar-te o caminho, passo por passo. Eu sei que não estás numa fase muito boa, pelo menos é o que me parece, e eu também não. Mas é apenas uma fase, uma fase que talvez sirva para nos preparar para o futuro, quero acreditar que é. Isto vai acabar, mais cedo do que se pode pensar, nada dura sempre, muito menos uma vida, ou apenas uma fase que não é das melhores. Apenas escrevi isto, para saberes que não te vou deixar sozinho nisto, nem no resto. Podes sempre contar comigo, aconteça o que acontecer, podes confiar em mim e nunca te irei julgar. Vou tentar levar-te pelo caminho certo, leve o tempo que for preciso, tudo para te ver bem. E se te perderes, continuarei contigo para não te sentires só e mais tarde, quando estiveres outravez preparado, tentaremos outra vez. Vou seguir o meu instinto, vou confiar em mim desta vez, espero conseguir ajudar-te, e não nos desiludir aos dois.

03:15 ; pmla

O Pedro foi dormir, mas deixámos a chamada ligada, e da minha parte foi para o ouvir ressonar e não o deixar sozinho quando ele mais precisa. Estou aqui encostada ao telemóvel à precisamente 1 hora e 5 minutos à espera de algum som vindo do outro lado, sempre atenta a qualquer barulho emitido, mas ele afinal não ressona, ou por enquanto ainda não o fez. Não vou desligar a chamada, vou dormir com ela ligada, porque me sinto bem, sinto que não há distância a separar-nos, apesar de não haver diálogo, que estás aqui ao meu lado, que te tenho. Algo que não sentia à mesmo muito tempo.

dorme bem, meu amor, quero-te bem!

sexta-feira, agosto 27

Emptiness;

Continua, aprofunda-se e corrói. Não sai, não quer sair. Sei que não sairia sozinho, mas por mais que me esforce, por mais que finja estar bem ou mesmo que tente ficar realmente bem... Não consegui ainda, não sei o que se passa, já dura à muito, pensei que fosse uma fase mais curta, que se ultrapassasse rápido, sempre confiei em mim para este tipo de coisas, mas agora começo a perder a confiança. Tento isolar-me, para ninguém sofrer "comigo", tento parecer feliz, para ninguém se preocupar comigo, mas acima de tudo, continuo a tentar fazer os outros felizes, não gosto de ver os meus amigos mal, tento apoiálos sempre o melhor que posso. Assim, dá-me vontade de continuar, sinto-me melhor, sinto que há algo em que sou útil, por mais que apenas me sinta útil em ajudar, já é muito, ajuda a preencher um pouco o vazio que me ocupa o coração. Talvez um dia quando superar isto, me sinta preenchida, me sinta feliz, mas sei que não sou suficientemente forte, para superar isto sozinha. Quando me sentir defenitivamente perdida, irei admitir que sempre precisei de ajuda, mas nunca o admiti.

New beggining.

Tinha deixado de vir aqui, tinha mais que fazer. Continuei a escrever, mas não publicamente. Hoje, quando entrei aqui, apaguei os posts todos que tinha feito, estava tão irritada que o fiz. Agora voltei cá, passado uma hora, e estranhamente ao ,contrário do que pensei que acontecesse, não me arrependi de os apagar, eram apenas... Recordações, que irei novamente reviver, por mais que me custe.
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